sexta-feira, 6 de setembro de 2013

DILEMA

Arte de Marcel Duchamp

As pessoas são curiosas, engraçadas.

Quando nos separamos de alguém, elas não toleram o nosso sofrimento. Pedem para terminar logo o coitadismo, a dor, as ladainhas da angústia. Avisam que é hora de sair da depressão, abandonar a casa, procurar relacionamentos.

Mas quando nos levantamos e passamos a namorar de novo, elas reclamam que foi cedo demais, que parecia que não era amor, que não respeitamos o luto.

Os amigos estão a favor da nossa vida ou da vaia?

Não há casamento que não se faça no velório.

Ouça o que falei na manhã de sexta (6/9) na Rádio Gaúcha, programa Gaúcha Hoje, apresentado por Antonio Carlos Macedo e Jocimar Farina:

4 comentários:

Helena disse...

Sou sua fã há alguns anos. Acompanho em todas as redes sociais possíveis.
Essa semana mesmo estava lendo o "Consultório poético". E como estudante de psicologia digo que achei uma graça esse lado psicólogo!
Há pouco comecei a seguir o seu instagram. Fiz um comentário essa semana em uma foto sua e da nova amada, coloquei uma frase do "Selvagens" e então você começou a me seguir lá também.
Sei que segue outros fãs também, mas como estou longe de "suplicar" por seguidores(ainda mais os famosos), achei fofo(demais) da sua parte!
Nunca comentei aqui no blog antes. Apesar de entrar todos os dias, mais de uma vez, na esperança de textos novos no decorrer do dia.
Hoje resolvi comentar, pelo simples fato que estou de cara com os comentários lá no instagram. Juro que comentei exatamente isso com uma amiga quando vi alguns comentários. Falei: Se sofremos não podemos sofrer, se amamos não podemos amar. E agora você escreve exatamente isso.
E uma coisa eu digo, os teus amigos são a favor da tua vida(e uma vida feliz!) porém os teus 'seguidores' nem sempre são amigos. Muitos não te conhecem, e assim é impossível saber o que se passa dentro de nós, afinal muitas vezes nem nós mesmos sabemos,não é?

Siga! O luto não tem prazo determinado para existir e muito menos deve ser determinado por terceiros.

Se nós somos capazes de amar diversos amigos ao mesmo tempo, amar um ou vinte filhos, amar os irmãos sendo eles mais de um, pq não amar uma parceira em seguida da outra?

Amor é amor, e amor é subjetivo. Para muitos só existe um amor ao longo da vida. Mas ainda bem que cada um ama de uma maneira. E ainda bem que existe pessoas como você, afinal, seria triste se amassemos apenas uma pessoa a vida toda, caso não desse certo com esse amor, passariamos o resto da vida sozinhos?

Boa sorte Fabrício. Muitos e muitos bons momentos e alegrias em mais um recomeço.

Beijo carinhoso...

vih disse...

acho que temos que ser felizes, independente da maneira de se chegar à felicidade. Quem reclama, reclama porque não tem mais o que falar. Felicidades, Carpi!
Beijos rimados pra você

denise dutra disse...

Todos somos egoístas. dissemos que não queremos mais a pessoa mas no fundo queremos que a pessoa NUNCA desista da gente, pode?

Anônimo disse...

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