segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

MÁRTIR


A cadeira de balanço volta a embalar dúvidas amorosas.

Esposa diz ao marido que não o quer, mas ele não acredita, bate o pé e sente que ela ainda o ama. O que fazer?

Confira o que pensa o Consultório Poético.

A verdade não usa elevador. Escada por aqui.

8 comentários:

A. Reiffer disse...

Li vários de teus poemas. Apreciei muito alguns, outros nem tanto. Mas no geral gosto. Parabéns pela tua obra. Também sou poeta e escritor. Abraços!

Giuliana disse...

Vez em quando pinto por aqui. Ultimamente, vez em sempre. Adoro o que vc escreve, como escreve, o brincar com as palavras...

Augusto Amato Neto disse...

Como não consegui deixar comentário por lá no C.P., deixo cá:
Como é difícil aceitar a mudança de um sentimento. As vezes demoramos meses para cogitar a possibilidade de talvez acolher como verdade uma realidade gritante que põe fim ao que o amor vislumbrou como futuro.

HNETO disse...

A verdade não usa elevador,
cordas de lençois,
monomotores.

A verdade habita
o galho mais alto.

ana disse...

Gostaria de dizer para o Simon que é fácil sorrir quando se está no próprio país : com suas referências culturais, amigos , família, etc. Por isso eu acho que a prioridade no momento não é saber se ela te ama ou não. Deixe esta dúvida para depois, e agora dedique-se a ser amigo, ouvindo o que a está oprimindo. Talvez ela esteja enfrentando situações subjetivamente problemáticas como solidão ou desemparo. Acredite, morar em outro país pode desencadear conflitos da pessoa com o ambiente e com ela mesma, devido aos novos hábitos, costumes, a lingua, etc...

Renata disse...

Se bem no fundo é difícil acreditar no amor, mais difícil ainda é acreditar que ele se foi.

garageep disse...

Como John Cusack no filme Alta Fidelidade perguntou, "O que veio primeiro, a música ou o sofrimento?".
Todos nós sofremos daquela dorzinha que sempre amamos, do amar. (bom, pelo menos eu sou assim, melancólico/gótico/assustador e um estranho capricorniano). =P
http://garageep.wordpress.com/

Anônimo disse...

"Li vários de teus poemas. Apreciei muito alguns, outros nem tanto. Também sou poeta e escritor"

- Comentário pedante. Você é poeta e escritor lá no seu banheiro seu viado. Sua tentativa de ser conciso... Quem se importa se você não apreciou alguns? A p r e c i o u - Veio, o Carpinejar não é EMO não seu imundo. Vai rever crepúsculo e para de comentar aqui se não quiser que eu encontre seu endereço pra discutir a origem das palavras.

E Essa aqui - " O O O brincar com as palavras" ???? Porque não fala - Você brinca com as palavras??? É mais sincero, menos querendo dizer que vc tb é escritora, porque eu já li o que vc escreve, e é ruim.